<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534</id><updated>2011-07-13T10:57:37.190-07:00</updated><category term='Jornal do Commercio'/><category term='Revista Mar e Mar'/><title type='text'>Vivian Schetini</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-3530550458314288759</id><published>2009-04-16T11:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-16T11:22:19.840-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Produção de Uvas é alternativa para produtores do Interior do RJ</title><content type='html'>Texto: Vivian Schetini&lt;br /&gt;Especial para o Jornal do Commercio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria publicada em 6 de abril de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado fluminense vem se mostrando bastante promissor e amplo. A diversidade de produtos cultivados surpreende não só pelo grande número de espécies, mas principalmente por quais delas estão sendo plantadas. Quando falamos em lavoura de uvas, por exemplo, a primeira imagem que nos vem à mente é uma região fria, montanhosa, talvez no sul do país. Esta visão pode estar certa, mas está longe de ser única. No Rio de Janeiro, a produção de uvas está se apresentando como uma nova alternativa para os produtores, principalmente do Norte e Noroeste fluminense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença dos parreirais em escala comercial em terras fluminenses é recente, cerca de oito anos. A iniciativa partiu dos proprietários do Sítio Pioneiro, em Cardoso Moreira que começou com o plantio da uva Itália, e depois introduziu a uva da espécie Niágara-rosada, pois se adaptava melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria Estadual de Agricultura está criando atividades e ações para estabelecer um pólo de produtores de uva no norte fluminense. A lavoura de uva está incluída no programa Frutificar. Com isso, os interessados poderão ter acesso a assistência técnica e financiamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o coordenador de Programas Setoriais da Secretaria de Agricultura do Estado, Ricardo Mansur, o Governo está constantemente buscando alternativas que deem maior rentabilidade ao produtor rural e, através do Frutificar, incentivar a diversificação de atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com base nas diretrizes do Programa Moeda Verde Frutificar, estamos em contato permanente com os produtores buscando estruturar a cadeia produtiva. Além disto, temos procurado envolver as demais instituições que atuam no setor, como Sebrae e Firjan, bem como as prefeituras locais”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o produtor José Burbano, o clima do norte fluminense e muito propicio para a produção da fruta, porém é preciso cautela na época da chuva. “É necessário tomar cuidado com as doenças fúngicas” alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uva mais consumida e produzida no Rio de Janeiro é a Niágara rosada. “Provavelmente e a mais antiga uva de mesa produzida comercialmente no Brasil. Em nossa região esta variedade tem se adaptado muito bem”, destaca Burbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Recomendações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uva é uma cultura altamente rentável. O sócio de Burbano, Edward Mckenna explica que é necessário um conhecimento técnico amplo para um bom resultado final no plantio. “Saber a época certa das podas, irrigação de forma adequada, adubação na hora e quantidade correta, tratos culturais durante a produção, colheita e pós colheita, são conhecimentos imprescindíveis para uma boa safra”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Burbano destaca que a viticultura é um trabalho extremamente gratificante, mas requer de muito conhecimento e especialmente dedicação. “Sem dúvida alguma eu recomendaria a todo produtor interessado fazer muita pesquisa. A quantidade de material didático sobre uva na internet e gigantesca. É a cultura mais estudada do mundo. Também é muito importante visitar produtores para compreender as complexidades da lavoura”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como primeiro resultado das ações do Governo do Estado, foi realizado em parceria com o Senar e apoio da Prefeitura de Cardoso Moreira um curso sobre o manejo da lavoura, objetivando uniformizar e consolidar o conhecimento técnico daqueles que já se encontram na atividade e ao mesmo tempo fornecer elementos de decisão para aqueles interessados em iniciar os cultivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro curso realizado pelo Senar abordou de maneira geral todas as fases do ciclo da lavoura. “Durante as aulas práticas realizadas em duas propriedades distintas, também procurou-se romover o intercâmbio dos conhecimentos já adquiridos pelos produtores, assim como uma maior aproximação entre eles. Este sentimento de confiabilidade será fundamental no futuro próximo”, explica Mansur. O Curso de Cultivo de Uvas foi realizado entre os dias 12 e 13 de março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o coordenador, o interesse pelo curso, realizado nas dependências do escritório da Emater no município, superou as expectativas. “É importante que os produtores recebam capacitação antes de iniciar na atividade. Conhecendo as peculiaridades do seu cultivo é possível identificar se há real vocação para a produção. Além disso, evita possíveis erros na condução da lavoura”, enfatizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o curso foram visitadas duas propriedades, uma em São Fidélis e outra em Bom Jesus do Itabapoana, onde a produção de uvas vem sendo desenvolvida há alguns anos, com êxito. Na ocasião, José Luis Burbano alertou aos participantes do treinamento que embora a região tenha vocação para a atividade, a viticultura tem os seus segredos e necessita ser vista de perto. “O sucesso da lavoura depende muito da dedicação e disponibilidade do produtor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente a isto, o Programa Frutificar já está visitando produtores interessados e colhendo propostas de financiamentos destinados ao custeio da atividade, implantação e/ou ampliação das áreas de produção e aquisição de sistemas de irrigação. Os financiamentos somente serão concedidos uma vez, depois de verificada as condições técnicas de adaptação da cultura na propriedade e a capacidade gerencial do proponente na condução do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As expectativas de crescimento da viticultura no interior do Estado são boas, principalmente em função dos resultados já alcançados por alguns “pioneiros”. Mais recentemente, outros produtores, estimulados pelos resultados obtidos iniciaram seus cultivos e os resultados foram semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O número de participantes no curso e a sua repercussão nos fazem acreditar num rápido crescimento. Ainda não temos como prever o tamanho da área a ser explorada, nem a produção total a ser colhida na região. O que sabemos é que existem muitas áreas com potencial para a viticultura”, diz o coordenador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mansur diz ainda que pelo sistema de produção preconizado, “espera-se que os produtores alcancem a produtividade de 10 a 15 kg de uva por pé ao ano, após a estabilização da cultura. As lavouras já implantadas na região produziram nas primeiras safras algo em torno de 4 a 5 kg/pé”, especifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura da uva tornou-se uma boa alternativa para os produtores das regiões Norte e Noroeste do Estado, em especial para aqueles localizados no município de Cardoso Moreira e seu entorno, como é o caso de São Fidélis, Italva, Campos dos Goytacazes e Bom Jesus do Itabapoana. “Há que se considerar ainda a possibilidade de expansão da cultura para os municípios do Estado vizinho, Espírito Santo”, detalha Mansur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Mansur completa que outro ponto a ser destacado tem relação com as épocas de safras das uvas produzidas nas regiões. “Em função do clima predominante nestas duas regiões do Estado, temos conseguido produzir uvas de excelente qualidade em épocas diferentes das regiões tradicionalmente produtoras. Isto proporciona maior competitividade, garantia de escoamento da produção e obtenção de preços compensadores”, ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Orientações técnicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas são as mesmas utilizadas nas outras regiões produtoras. “Todo mundo segue a mesma cartilha. Não temos que inventar nada. O que é preciso é adaptar uma ou outra prática de manejo da lavoura às condições de clima e solo das nossas regiões" explica o coordenador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Ricardo Mansur, os interessados em iniciar na viticultura foram orientados a se cadastrar junto ao Programa Frutificar para receber visita de técnicos para orientar a lavoura. A uva está contemplada entre as dez espécies de frutas financiadas pelo Frutificar, da secretaria de Agricultura, para incentivo a fruticultura no estado. Novos cursos envolvendo a produção de uvas serão realizados em parceria com o Senar, acompanhando as etapas do ciclo da lavoura. O primeiro deles será sobre plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além deste trabalho de articulação e de reciclagem de conhecimentos, o Frutificar irá disponibilizar, por intermédio de parcerias e convênios, um técnico especializado no cultivo da uva que ficará responsável pelo assessoramento aos produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pelo retrospecto e pela experiência subtraída daqueles que já se encontram explorando a atividade, estamos preconizando o sistema de cultivo em ‘latada’ com cerca de 1.800 plantas por hectare, irrigadas por gotejamento. A variedade da uva recomendada é a Niágara rosada, voltada para o consumo de mesa. Outras variedades também têm se mostrado promissoras, como a uva clara sem caroço”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da viticultura, especificamente no caso da fruticultura, a Secretaria da Agricultura do Estado, por intermédio do Programa Frutificar, vem incentivando o cultivo de pelo menos dez espécies diferentes de frutas: abacaxi, maracujá, coco verde, goiaba, manga, banana, pêssego, uva, caju e citros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das culturas tradicionais no Estado, como é o caso do abacaxi, maracujá e coco, merece destaque o trabalho que vem sendo realizado nos municípios do alto Noroeste, com a cultura do pêssego, em parceria com a Firjan, Sebrae, Ministério da Integração e Prefeituras locais. Trabalho semelhante, com base na mesma parceria, está para ser iniciado no Município de São José do Ubá, com a cultura da laranja. Esta mesma cultura está sendo revitalizada na região das Baixadas Litorâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os produtores que queiram iniciar no ramo da viticultura, o primeiro passo é buscar todo tipo de informação a respeito da cultura e do mercado da fruta. Para isto, a sugestão é que o futuro produtor visite e converse com os atuais que já se encontram na atividade há algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O produtor José Luis Burbano, proprietário da Fazenda Califórnia, em Bom Jesus do Itabapoana, é uma boa referência para os iniciantes, já que, antes de iniciar na atividade, fez exatamente isto e acabou se tornando um profundo conhecedor do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conscientes das possibilidades e dificuldades, caso se sintam seguros e confiantes em ingressar no cultivo da uva, deverão procurar os Núcleos Regionais do Frutificar ou os Escritórios Locais da Emater Rio, para cadastramento e formulação de propostas, se necessitarem de financiamentos. “Pretendemos cadastrar todos os produtores, independente do interesse pelo crédito, de modo a envolvê-los nas ações de estruturação da cadeia produtiva”, detalha Mansur.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-3530550458314288759?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/3530550458314288759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/producao-de-uvas-e-alternativa-para.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/3530550458314288759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/3530550458314288759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/producao-de-uvas-e-alternativa-para.html' title='Produção de Uvas é alternativa para produtores do Interior do RJ'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-9177130129313784101</id><published>2009-04-01T14:23:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:24:58.149-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Receita para evitar a crise, em 2009, é cautela</title><content type='html'>Texto: Vivian Schetini&lt;br /&gt;Especial para o Jornal do Commercio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2008 terminou deixando certas dúvidas nos produtores sobre o real impacto que a crise internacional pode causar sobre eles. Por isso, as expectativas para 2009 são mais cautelosas, tendo em vista as dificuldades que haverão de crédito, mas nem por isso pessimistas. Segundo o secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro, Christino Áureo, o ano passado terminou com um total de investimentos, apoios e financiamentos no total de R$100 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para 2009, recebemos incremento de mais R$ 50 milhões que pretendemos usar efetivamente no fomento à atividade agrária em todos os setores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observar os desdobramentos da crise é outra questão levantada pelo secretário para poder estabelecer ações mais pontuais, se houver necessidade. Não basta apenas investir, afirma ele, é necessário dialogar com outros níveis de governo a fim de integrar atividades e soluções. Os setores de cana e de leite estão entre os que mais sofreram em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vamos buscar todos os elementos que possam dar apoio para que eles se reergam”, diz, embora acredite que a tendência para esse ano no setor de leite, é que 2008 não se repita. “Foi um ano muito ruim para essa atividade” afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise atual está afetando todos os setores da economia. No setor de orgânicos, os produtores também são cautelosos, embora seja um setor que vem crescendo. Mesmo com a elevação de consumo e crescente aceitação do público pelos orgânicos, o produtor Dick Thompson, do Sitio do Moinho, afirma que esse ano nada escapa de surpresas devido à crise iniciada em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos que nos proteger da melhor forma para sobreviver aos próximos anos. Não só na agricultura, mas em todos os setores. Analisar despesas, procurar diminuir custos, expandir pontos de venda, analisar preços”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário de agricultura e abastecimento do Estado de São Paulo, João Sampaio acredita que os reflexos devem vir na próxima safra com escassez de crédito e endividamento em algumas regiões. “O modelo de crédito agrícola baseado no financiamento direto da produção, calcado nas exigibilidades de 30% dos depósitos bancários à vista e de 70% da poupança rural, corre o risco de não atender à demanda, uma vez que o dinheiro de tradings e os recursos livres tendem a desaparecer ou ficar caro demais para o financiamento do plantio seguinte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das saídas imediatas, segundo Sampaio, é utilizar os mecanismos de proteção cambial e de preços (hedge) em bolsas de mercados e futuros. São Paulo aponta para um crescimento de 8% de investimento nas áreas de pesquisa, assim como aumento nos recursos para recuperação de estradas rurais com volume de R$ 80 milhões previstos. João Sampaio detalha que já houve um grande incremento no último ano totalizando R$ 127 milhões de 2007 e 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em 2009, crescerá o dinheiro para crédito agrícola dentro do FEAP, fundo mantido com recursos do Governo para financiamento a pequenos e médios produtores com juros de 3% ao ano e pagamento em até cinco anos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte dos investimentos será destinada a alguns projetos, como o programa Pró-Trator - Agricultura Moderna, que oferece financiamento de tratores a juros zero para os produtores paulistas. Além disso, estes tratores serão adquiridos por um preço médio com 20% de desconto oferecido pelas empresas fabricantes. “São seis mil tratores totalizando R$ 400 milhões em recursos disponibilizados pelo Banco Nossa Caixa e outros R$ 100 milhões do Governo do estado que subsidia juros zero para o produtor”, explica o secretário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Minas Gerais, o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues afirma que para 2009 a meta é continuar os trabalhos iniciados em 2008 a fim de manter a posição do estado em produção e exportação. Minas Gerais está em primeiro lugar na produção de café, representam 51% da produção total do Brasil. Em relação ao leite produz 30% de todo o leite brasileiro, além disso, também é de 30% a participação em relação às florestas plantadas, com objetivo de produção de celulose combustível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado de Minas possui cerca de R$11 bilhões livres para investimento em vários setores. Segundo o secretário, o Governo atua de forma a integrar todos os setores e assim possibilitar crescimento sócio econômico em todo o Estado: “O objetivo é integrar todas as atividades: industrial, comercial e agrária, de forma que um setor complemente o outro e todo o Estado cresça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o secretário o forte de Minas Gerais são as exportações. No ano passado, houve crescimento de mais de 18% das exportações mineiras no agronegócio. A intenção é continuar as ações para que em 2009 esses números subam cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo análise da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Secretaria da Agricultura do Estado de Minas, há indicadores de que os reflexos da crise econômica mundial poderão reduzir o ritmo das exportações do agronegócio mineiro no mercado internacional. Neste caso, os números não serão tão altos como se previa inicialmente, mas para a Superintendência prevalece a estimativa de receita superior à do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, Gilman Viana conta que, esse ano será implantado um sistema de monitoramento eletrônico para acompanhar a movimentação do rebanho no território mineiro. Minas tem o segundo maior rebanho bovino do país, com 11,3% do total, segundo anuncio feito mês passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo Agropecuário de 2007. Segundo o IBGE, o Estado conquistou uma posição no ranking, superando o Mato Grosso do Sul. A liderança nacional continua com o Estado do Mato Grosso, que detém 12,9% do rebanho brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-9177130129313784101?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/9177130129313784101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/receita-para-evitar-crise-em-2009-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/9177130129313784101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/9177130129313784101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/receita-para-evitar-crise-em-2009-e.html' title='Receita para evitar a crise, em 2009, é cautela'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-273244608560388133</id><published>2009-04-01T13:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:28:05.426-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Grãos: rendimento de lavouras acima da média em MG</title><content type='html'>Texto: Vivian Schetini &lt;div&gt;&lt;div&gt;Especial para o Jornal do Commercio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O rendimento das lavouras de grãos de Minas Gerais em 2009 poderá ser o maior entre todos os estados do Sudeste e superior à média nacional. Enquanto a produtividade mineira para este ano está estimada em 3,6 mil quilos por hectare, a brasileira deverá ser de 2,8 mil quilos por hectare. Os números fazem parte do último levantamento de safra de grãos divulgado em Fevereiro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdPNHNCH8WI/AAAAAAAABVE/oo2pgat3qNY/s1600-h/lavoura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319821108496036194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdPNHNCH8WI/AAAAAAAABVE/oo2pgat3qNY/s200/lavoura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A produtividade das lavouras de Minas Gerais deverá ter um pequeno crescimento de 0,6 % em relação ao ano passado. Já os cálculos da média nacional demonstram uma queda de 7,4%. “Apesar da redução do uso de fertilizantes nesta safra, por causa dos altos custos, tivemos um clima favorável nas principais regiões produtoras do Estado”, explica o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o excesso de chuva em dezembro e janeiro registrado no Estado pouco afetou as lavouras de grãos. “As maiores perdas foram nas plantações de hortaliças”, explica. O secretário informa ainda que a boa produtividade mineira será responsável pela estabilidade da produção do Estado em relação ao ano passado. Minas deve produzir 10,2 milhões de toneladas de grãos este ano. Uma queda de apenas 0,4% em relação a 2008.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para Viana, a estiagem no Sul do país e também na Argentina poderá refletir no preço dos grãos na época de comercialização. “O rendimento reduzido nestas áreas de grande produção poderá evitar uma queda dos preços e amenizar os efeitos da crise mundial para o produtor”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o preço a saca se manteve estável na primeira quinzena de fevereiro, ficando em torno de R$ 46,00. Já o preço da saca do milho, em torno de R$ 20,00, apresentou um crescimento de aproximadamente 2% na comparação com o início de janeiro.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-273244608560388133?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/273244608560388133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/graos-rendimento-de-lavouras-acima-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/273244608560388133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/273244608560388133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/graos-rendimento-de-lavouras-acima-da.html' title='Grãos: rendimento de lavouras acima da média em MG'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdPNHNCH8WI/AAAAAAAABVE/oo2pgat3qNY/s72-c/lavoura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-78292242711823082</id><published>2009-04-01T13:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:28:37.652-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Exportações de frango podem ser feitas diretamente com os chineses</title><content type='html'>Texto: Vivian Schetini&lt;br /&gt;Especial para o Jornal do Commercio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio ao turbulento cenário internacional, os exportadores brasileiros de frango começam a ver no maior mercado do mundo, o da China, uma alternativa para expandir as vendas ao exterior. O governo chinês, por meio da Administração Geral de Quarentena, Supervisão e Inspeção (AQSIQ, na sigla em inglês), serviço veterinário chinês, informou que 22 abatedouros brasileiros estão habilitados a vender para o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida foi publicada em circular da AQSIQ e retransmitida às empresas pelo Ministério da Agricultura. Os abatedouros habilitados estão localizados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais. Atualmente, as vendas para a China são feitas via Hong Kong, mas com o acordo os brasileiros poderão fazer as entregas nos portos da China continental, que tem 258 terminais abertos ao exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que, inicialmente, o potencial de exportação seja da ordem de 100 mil toneladas por ano. O secretário de Defesa Sanitária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz, omemorou a medida. "Esta é a última etapa dos entendimentos, na área sanitária, para o restabelecimento do comércio carne de frango in natura com a China. É a consolidação de um mercado muito significativo para o Brasil", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kroetz havia se reunido, em dezembro, com o vice-ministro da AQSIQ, Wei Chuanzhong, para retomar a venda de carne de frango in natura aos chineses e ratificar o protocolo de inspeção, quarentena e saúde veterinária para a carne suína. Faltava apenas a publicação do documento para que aquelas empresas pudessem iniciar as negociações com os importadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-78292242711823082?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/78292242711823082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/exportacoes-de-frango-podem-ser-feitas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/78292242711823082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/78292242711823082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/exportacoes-de-frango-podem-ser-feitas.html' title='Exportações de frango podem ser feitas diretamente com os chineses'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-1063704251276462998</id><published>2009-04-01T13:02:00.001-07:00</published><updated>2009-04-01T14:32:36.607-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Na onda da saúde e preservação ambiental, orgânicos ganham mais espaço nas prateleiras</title><content type='html'>Texto: Vivian Schetini&lt;br /&gt;Especial para o Jornal do Commercio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente atração dos consumidores atuais por produtos que aliem a preservação do meio ambiente, durante as etapas de produção, aos cuidados com a saúde vem impulsionando o crescimento do número de adeptos dos orgânicos, que conciliam essas duas preocupações do homem moderno da forma mais simples possível, cultivando alimentos como antigamente: sem agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sócia diretora do Planeta Orgânico, Beatriz Martins Costa, afirma que estes produtos trazem vantagens para produtores e consumidores, além do benefício ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os produtos orgânicos são melhores para a natureza, já que não agridem o meio ambiente, não contaminam os lençóis freáticos nem o solo com resíduos de agrotóxicos. São bons para o consumidor que não ingere substâncias tóxicas, além de estar consumindo algo mais saboroso. E para o produtor, que não se expõe diariamente aos agrotóxicos, o que, a longo prazo, pode fazer muito mal à saúde”, esclarece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A engenheira de alimentos da Ecobras, Thiana Esteves, explica que as principais vantagens de produzir alimentos orgânicos são o mercado diferenciado, com produtos de maior valor agregado e as grandes perspectivas de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Talvez a maior vantagem seja a possibilidade de continuação devido à sustentabilidade sócio-ambiental. São produtos isentos de agrotóxicos e aditivos químicos sintéticos potencialmente prejudiciais à saúde, preservam o sabor e os nutrientes originais de cada alimento, além da certeza de estar contribuindo para uma condição social e ambiental mais justa e equilibrada. Essa consciência ajuda na predisposição do consumidor em adquirir um produto orgânico. Além de serem melhores para a saúde, por não conterem pesticidas, os alimentos orgânicos também ajudam a preservar a terra da erosão, protegem as nascentes e os mananciais dos rios”, detalha a engenheira de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura orgânica, no entanto, ainda é pouco difundida. Thiana afirma que ainda existe pouco conhecimento do consumidor a respeito dos alimentos orgânicos, as informações são escassas. “Contudo, é crescente o número de pessoas interessadas em uma alimentação saudável e preocupadas com a preservação do meio ambiente impulsionando, ainda que lentamente, o mercado de alimentos orgânicos”. Para tentar solucionar o problema da falta de informação, Beatriz e Rosina Guerra fundaram o Planeta Orgânico . “O Planeta Orgânico nasceu quando percebemos a necessidade de criar, num só lugar, um banco de dados sobre produtos orgânicos, já que não havia nada parecido”. Beatriz conta que o site ganhou visibilidade e levou ao convite para trazer ao Rio de Janeiro a primeira edição brasileira da BioFach, que atualmente acontece em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Evento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na edição deste ano da BioFach, realizada entre 23 e 25 de outubro, foram debatidos temas como logística e merenda escolar com a utilização de produtos orgânicos, além da questão da normatização do mercado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A merenda escolar é uma forma de fazer com as crianças se alimentem de forma mais saudável, evitando problemas futuros, e criem uma consciência de saúde e preservação da natureza. A regulamentação dos orgânicos no mercado é de suma importância, pois assim teremos controle&lt;br /&gt;sobre quantos produtores existem, quanto é a produção, o que vai possibilitar acompanhar o crescimento do mercado. Conseqüentemente, poderá haver mais investimentos, benefícios e avanços em pesquisa e conhecimento”, afirma Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes desafios para o setor de orgânicos é a logística, já que os produtos são perecíveis. A questão do transporte é considerada um ponto delicado. Os veículos precisam ser apropriados para armazenagem, de maneira que haja separação entre os alimentos. “Produtos frescos como hortaliças e frutas não podem ser transportados com alimentos convencionais para que não corra contaminação cruzada, além de serem necessários cuidados com refrigeração para garantir a qualidade do produto”, diz Thiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Refeição saudável&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em relação às escolas, explica, o objetivo é levar uma alimentação mais saudável e nutritiva para as crianças e assim, introduzir novos hábitos alimentares, educacionais e de proteção ambiental. “A alimentação sempre foi marcada por refeições em horários bem definidos. Antigamente as refeições eram feitas em volta da mesa com a família reunida, sem distrações que tirassem a concentração no ato de se alimentar. Isso não existe mais, o almoço em família está sendo substituído pelo lanche solitário em frente à televisão ou computador em horários fragmentados. Essas ações prejudicam o metabolismo e a saúde das pessoas. Consumindo produtos com agrotóxico tudo só piora”, analisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria das escolas particulares, que não servem a merenda tradicional típicas das escolas públicas, as cantinas vendem produtos industrializados que colaboram para uma alimentação artificial e de baixo valor nutricional. Paralelamente, os pais com pouco tempo para organizar o lanche das crianças, optam por produtos industrializados. Dessa forma, o lanche caseiro ficou “fora de moda” – questão cultural que faz com que as crianças cheguem a sentir vergonha de comer alimentos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, nasceu a iniciativa de levar produtos orgânicos para as escolas, fazendo com que as crianças tenham mais valores em relação a boa alimentação. As escolas que desejam inserir a Educação Ambiental em seus estabelecimentos devem priorizar a questão da merenda escolar. Privilegiar os orgânicos na merenda é incentivar o movimento, dizem as especialistas, “participando da difícil tarefa de melhorar os hábitos alimentares e introduzir a criança como parte integrante do meio ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiana Esteves explica que o custo varia de produto para produto. “Geralmente, o produto orgânico tem maior demanda por mão de obra, mas por outro lado não tem os custos relacionados à compra de defensivos agrícolas. Assim, a relação do custo de produção do alimento orgânico é por vezes maior que o custo de produção convencional. Contudo, é preciso considerar que a produção orgânica não gera passivos ambientais que precisarão ser custeados em um futuro imediato”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ecobras iniciou sua atividade como produtora de alimentos em 1988, estando há 20 anos no mercado e se consolidando como referência em produtos de soja de qualidade, orgânicos e inovadores. “Produzimos alimentos orgânicos de soja, como tofu (queijo de soja), tofu defumado, Tofu tipo cottage, smart soy (pastas de tofu em 5 sabores), yosoy (iogurte de soja sabores morango, pêssego e baunilha com mel) e delisoy (sobremesa de soja com chocolate)”, detalha Thiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem, quer se tornar produtor de orgânicos, ela indica que procure informar-se sobre as etapas necessárias à transição de produto convencional para orgânico, sobre o tamanho do mercado existente para o seu produto. “Planeje toda a ação e execute passo a passo de forma sólida, ainda que não seja tão rápida, isso pode garantir o sucesso do novo negócio”, recomenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos orgânicos mais consumidos no mercado carioca ainda são verduras e legumes, sendo crescente o consumo de alimentos processados como sucos, alimentos de soja, biscoitos e cereais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Normatização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a normatização da produção dos orgânicos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento já vem pensando em meios para facilitar e controlar o trabalho do produtor. Segundo o Coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Rogério Dias, a elaboração das normas vem sendo criadas desde o ano passado. “Já tivemos a publicação do decreto 6.323 em dezembro de 2007 e agora, mais recentemente a Instrução Normativa nº 54, de 22 de outubro de 2008, que cria as Comissões da Produção Orgânica. Estão para ser publicadas ainda as Instruções normativas de Produção Vegetal Orgânica, de Produção Animal Orgânica, de Extrativismo Sustentável Orgânico, de Processamento de Alimentos Orgânicos e a de Mecanismos de Garantia e Informação da Qualidade Orgânica”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtores sairão beneficiados, segundo ela, porque com a regulamentação passará a ter regras claras tanto para os produtores como para os consumidores e com isto será possível aumentar a confiabilidade dos sistemas orgânicos o que facilita a ampliação de mercados.&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319817080804713074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 232px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdPJcwtronI/AAAAAAAABU0/Y7lW4iQHn7I/s320/ORGANICO2.jpg" border="0" /&gt;Com a entrada em vigor dos regulamentos, o Ministério passará a ter um Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos e um Cadastro Nacional de Atividades Produtivas. “Por meio deles, poderemos saber exatamente quantos são, o que produzem e onde estão os produtores orgânicos brasileiros. Essas estatísticas serão fundamentais para o planejamento de ações de fomento e também uma forte ferramenta para programas voltados a logística e mercado”, afirma Rogério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras passam a valer a partir da publicação de cada Instrução Normativa. O Decreto prevê que todos têm até o final de 2009 para se ajustarem as novas regras. A partir de então será possível fazer um levantamento de quantos produtores orgânicos existem atuantes no mercado de cada Estado brasileiro. “Esse levantamento vai depender do ritmo com que os produtores forem sendo incorporados no novo sistema e conseqüentemente incluídos nos cadastros. Certamente a partir de 2010 teremos os números exatos”, explica Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a obtenção dessas informações o Governo irá tomar novas medidas. “Esses dados são uma ferramenta fundamental para o estabelecimento de ações voltadas ao desenvolvimento da agricultura orgânica como: capacitação de técnicos e produtores, adequação de infra estrutura e logística para o mercado, desenvolvimento de pesquisas entre tantas outras”, conclui o coordenador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Opção pela preservação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319816587647584834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdPJADj3CkI/AAAAAAAABUs/6DqfiWWRYBA/s320/ORGANICO.jpg" border="0" /&gt; Alimento orgânico é aquele que, além de ser cultivado sem agrotóxico e adubos químicos, faz parte de um conjunto de ações que preservam a natureza e o homem, segundo os adeptos da corrente.Esse tipo de produto, para eles, integra um sistema de produção que equilibras as ações do homem com a natureza, o solo, as águas, sempre preservando para que não faltem as futuras gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, para se obter um alimento realmente orgânico, é preciso administrar conhecimentos de diversas ciências (agronomia, ecologia, sociologia, economia, entre outras) para que o agricultor possa ofertar ao consumidor alimentos que promovam não apenas sua saúde, mas também do planeta como um todo através de um trabalho harmonizado com a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante ressaltar que o produto hidropônico (produzido na água) não é orgânico pois utiliza adubos químicos solúveis. O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais, além de respeitar os direitos de seus trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para proteger a lavoura orgânica, os produtores se utilizam de formas naturais para combater as pragas. Como por exemplo, predadores naturais para combater as pragas e doenças, substituindo os pesticidas químicos com sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na agricultura orgânica a atividade busca estabelecer o equilíbrio ecológico em todo o sistema. Busca a melhoria das condições do solo, que é a base da boa nutrição das plantas que, bem nutridas, assim as plantas não adoecerão com facilidade, podendo resistir melhor a algum ataque de um organismo prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, partindo da prevenção e do ataque às causas geradoras de desequilíbrio metabólico em plantas e animais, os métodos agroecológicos de manejo de tais organismos se tornam bem sucedidos à medida em que encaram uma propriedade do mesmo modo que um médico deveria olhar para uma pessoa: como um organismo”, uma individualidade única e repleta de interações dinâmicas e em constante mudança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-1063704251276462998?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/1063704251276462998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/na-onda-da-saude-e-preservacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/1063704251276462998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/1063704251276462998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/na-onda-da-saude-e-preservacao.html' title='Na onda da saúde e preservação ambiental, orgânicos ganham mais espaço nas prateleiras'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdPJcwtronI/AAAAAAAABU0/Y7lW4iQHn7I/s72-c/ORGANICO2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-6504894232172220364</id><published>2009-04-01T12:37:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:36:45.093-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>A arte de conquistar os copos dos cervejeiros mais exigentes</title><content type='html'>Texto: Vivian Schetini&lt;br /&gt;Especial para o Jornal do Commercio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Garçom, um chopp!”O tradicional – e genérico – pedido está perdendo lugar nas mesas de bar cariocas para as cervejas que têm nome, sobrenome e até “pedigree”. Em um mercado apaixonado pela bebida e no qual predominam as marcas produzidas industrialmente pelas grandes nacionais e multinacionais do setor, as cervejas artesanais vêm conquistando mais adeptos, principalmente entre os públicos de maior poder aquisitivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Cerveja (Sindcerv), o Brasil só perde, em volume, para a China (35 bilhões de litros/ano), Estados Unidos (23,6 bilhões de litros/ano), Alemanha (10,7 bilhões de litros/ano). O consumo da bebida, em 2007, apresentou crescimento em relação ao ano anterior, totalizando 10,34 bilhões de litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bebida mais amada do Brasil, como não poderia deixar de ser, fez nascer uma legião de apreciadores mais ávidos por novidades e, principalmente por qualidade. Apesar disso, segundo um dos fundadores da Associação dos Cervejeiros Artesanais Cariocas (ACervA Carioca), Leonardo Botto, o Rio avançou menos no segmento que estados como São Paulo, Minas, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acredito que isso ocorreu em função do grande domínio exercido por algumas marcas famosas e com grande produção”, explica Botto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro do mercado da cerveja artesanal carioca é muito promissor, segundo ele. “Novas cervejarias estão nascendo, Duas já em 2008, outra prevista para 2009. Bares com cartas de cervejas se multiplicam pela cidade, e, mesmo com toda falta de informação, o número de consumidores interessados por cervejas de qualidade cresce exponencialmente”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Botto, o crescimento é inevitável. “Traçando um paralelo com alimentação, há 15 anos quem consumia presunto diariamente era rico. Com o aumento do poder de compra e, principalmente, maior difusão de informações, os consumidores procuram se vestir melhor, se alimentar melhor, beber melhor. Buscam por produtos de melhor qualidade. Óbvio que a cerveja artesanal nunca dominará o mercado, nem é este seu objetivo, mas seu espaço é certo. Hoje o setor de cervejas especiais cresce anualmente duas vezes mais que o setor de standards, e este crescimento continuará ainda por algum tempo”, analisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ACervA Carioca nasceu da necessidade de união para aquisição de matérias primas (que são todas importadas) e equipamentos em melhores condições. “O objetivo era gerar condições mínimas de sobrevivência para o nosso hobby. À medida que crescíamos, o que era sonho começou a ser palpável. A difusão da cultura cervejeira ganhou força através de cursos, palestras, encontros e concursos promovidos pela ACervA”. Botto deixa claro que a associação não tem fins econômicos. “Nosso patrão é a cultura cervejeira, sendo a ACervA, hoje, composta em sua maioria por cervejeiros e degustadores”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crescimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, a ACervA Carioca vem fazendo “trabalho de formiguinha” no compartilhamento de informações, com cursos, degustações orientadas e eventos em geral. A proposta é contribuir para o crescimento do setor, como fez a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) com os vinhos há 10anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma geral, as cervejas artesanais são diferenciadas pela forma de produção, afirma o cervejólogo belga Xavier Depuydt, que trabalha com cerveja há mais de 25 anos. “Elas são especiais e por isso agradam paladares mais sofisticados. Mas não existe cerveja ruim, apenas tipos diferentes para cada paladar”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depuydt explica que no Rio de Janeiro o mercado de cervejas artesanais é muito complexo. “O carioca não admite pagar por uma cerveja nacional o mesmo peço que uma importada. Por isso, as artesanais saem em desvantagem, já que seus preços são compatíveis com as estrangeiras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o cervejólogo, o preço das artesanais são mais altos pelo modelo de fabricação. “A produção é menor, a matéria prima é mais selecionada, geralmente só usam ingredientes importados”. E conclui que “é preciso ter cultura para apreciar uma boa cerveja, não é simplesmente sentar e beber, tem que degustar para perceber o aroma, o sabor, e para isso é necessário ir a lugares adequados que onhecem o produto que estão servindo”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Röter Brauhof tem planos para expandir a produção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mais recentes cervejarias do mercado é a Röter Brauhof, que está fabricando cerca de 20 mil litros de cerveja artesanal por mês em Vassouras. Os sócios Marcelo Leite e Leonardo Toledo estão há pouco tempo no mercado, mas já pensam em expansão. O objetivo de produção da dupla é chegar a 80 mil litros por mês; um bar próprio também está nos planos dos sócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A idéia é trabalhar o mercado carioca, pois o poder aquisitivo no Rio é bom para os negócios. Hoje, estamos com seis parceiros de vendas, e pretendemos expandir, mas sem perder o foco no Rio de Janeiro”, afirma Toledo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos trabalhando com a micro cervejaria já há algum tempo, mas há apenas 2 meses entramos realmente no mercado. Para o futuro da empresa, já estamos estudando novas fórmulas, diferenciadas. E a curto prazo, queremos engarrafar o produto. Não queremos nos tornar uma grande cervejaria em termos de produção. Queremos ter mais qualidade”, completa Leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerveja Röter Brauhof é produzida segundo os padrões da lei alemã promulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera, em 23 de abril de 1516. A Lei da Pureza da Cerveja estabelece que a bebida deve ser fabricada tendo como ingredientes apenas água, malte, fermento e lúpulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, com exceção à Alemanha, cereais como milho, arroz e trigo também são utilizados em substituição parcial ao malte. O açúcar, em pequenas proporções, também pode ser utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Leite conta que a estratégia da Röter é resgatar a nobreza que a cerveja representa. "Atualmente a cerveja é muito popular. O que queremos é resgatar a nobreza da bebida, respeitando a lei de pureza, mas com uma pequena adaptação aos gostos brasileiros, à modernidade”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso os sócios viajaram pela Europa pesquisando sobre a bebida. “O primeiro passo foi descobrir sabores, aromas e cremes ideais. Em seguida a busca por ingredientes perfeitos, a matéria prima tinha que ser muito boa, e conseguimos”, recorda Leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerveja artesanal utiliza matéria prima importada, “de primeira qualidade”, além de uma produção em escala menor, o que torna o custo mais alto. “Porém, a diferença de preço com as cervejas mais populares é baixa, o que faz nosso produto ser altamente competitivo no mercado carioca”, afirma Toledo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, segundo ele, entre outros fatores, vem agradando principalmente o público feminino. “Nossa cerveja é feita com triplo lúpulo, o que a deixa equilibrada em relação ao amargo e o doce, agradando aos paladares mais sofisticados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das características do chope Röter é o processo lento de fermentação e maturação, por não levar enzimas. “Não trabalhamos com estabilizantes químicos. Isso deixa o sabor da cerveja mais agradável, e o prazo de validade um pouco menor, para o cliente isso é a garantia de um produto sempre novo e saboroso”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mistura Clássica começou local e ganhou mercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra marca bem conhecida no Estado do Rio de Janeiro é a Mistura Clássica. A cervejaria nasceu em 2003 e hoje produz 25 mil litros da bebida por mês. A idéia inicial era atender a bares e restaurantes de Volta Redonda e adjacências. Hoje, a Mistura Clássica é comercializada em outros estados, como São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cervejeiro e responsável técnico pela produção e distribuição dos produtos Mistura Clássica, Severino Batista, diz que a expectativa é de crescimento em torno de 50% ainda em 2008. Para isso, estão sendo feitos investimentos na distribuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos ampliando o número de distribuidores na região Sudeste, principalmente Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Até o final do ano, também, vamos lançar mais três opções de cervejas no mercado”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Batista, a aceitação do público foi muito boa. “A grande aceitação no mercado nos faz querer levar ao copo dos brasileiros cervejas com características especiais de corpo, aroma e sabor. É por isso que investimos na elaboração dos produtos e buscamos sempre atender a demanda, oferecendo aos nossos consumidores variedade e qualidade”, orgulha-se o cervejeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal característica da Mistura Clássica, segundo ele, é a utilização de ingredientes de alto padrão de qualidade na elaboração dos produtos. “Além disso, possuímos uma receita única e artesanal, idealizada de acordo com a Lei de Pureza da Bavária”. No Bar da Fábrica, os reciadores podem degustar os sete tipos de cerveja produzidos no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da grande concorrência no Rio, Batista afirma que a Mistura Clássica já conquistou uma pequena, porém significativa, fatia do mercado carioca. “Considerando que só estamos há cinco anos nessa briga e nossos produtos são para um público específico e exigente, estamos satisfeitos com o resultado. Queremos mais e estamos trabalhamos para isso”, afirma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-6504894232172220364?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/6504894232172220364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/arte-de-conquistar-os-copos-dos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/6504894232172220364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/6504894232172220364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/arte-de-conquistar-os-copos-dos.html' title='A arte de conquistar os copos dos cervejeiros mais exigentes'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-123916467422843521</id><published>2009-04-01T12:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T14:30:50.975-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Mar e Mar'/><title type='text'>Navios naufragados: um dos mergulhos por cultura e história.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Corveta Ipiranga - V17 está no fundo do mar&lt;br /&gt;Um convite para conhecer parte da história do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Vivian Schetini&lt;br /&gt;Fotos: Divulgação/ Equipe Diver’s Quest&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Revista Mar &amp;amp; Mar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319802970547486898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdO8nb6NALI/AAAAAAAABUk/gcAmOc_Cty0/s320/noronha.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Fernando de Noronha é um paraíso para mergulhadores que gostam de aventura. Nos mares de Noronha existem embarcações naufragadas que revelam um pouco da história do Brasil. É numa dessas embarcações que a Deep Quest Team, da Diver's Quest, vai mergulhar a mais de 50 metros e visitar a Corveta Ipiranga V17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corveta é um navio de guerra brasileiro que afundou em Fernando de Noronha em outubro de 1983, após se chocar com a Cabeça da Sapata, rocha localizada ao Largo da Ponta da Sapata. A Ipiranga, como era conhecida, deixava de navegar como um navio de patrulhamento e apoio já obsoleto e envelhecido, para entrar definitivamente na história, como um dos melhores e mais famosos pontos de mergulho do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o mergulhador e membro da equipe, Eduardo Kossatz, foi escolhida a Corveta, pois ela “encontra-se em um dos melhores pontos de mergulho do Brasil, pela visibilidade e temperatura, pela própria corveta inteira e intacta em sua posição como se estivesse navegando”. Ele conta que é muito importante preservar esse tipo de embarcação por contar parte da história do Brasil e ainda servir de habitat natural de diversas espécies marinhas que passam a ocupá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo contou que a idéia surgiu em uma visita da equipe a Noronha. “Um de nossos instrutores, o Ricardo Pinto, deu a idéia de iniciarmos um treinamento até termos condições de fazer este tipo de mergulho, já que naquela data nós não tínhamos técnica e certificação para tal. Com o passar do tempo fundamos o grupo Deep Quest Team, para fazer mergulho técnico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer mergulhos nessa profundidade é preciso muita técnica, explica Eduardo. “São mergulhos fundos e longos com o uso de vários cilindros (até quatro por pessoa) com misturas diferentes (trimix/ nitrox/ oxigênio puro) e paradas descompressivas prolongadas e no nosso caso com penetração na Corveta, o que requer maior treinamento, técnica e cuidados”. Além disso, o mergulhador ressalta que a atenção maior deve ser nas duplas e no retorno ao cabo para a subida, já que cada um tem sua própria iluminação e reservas das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os riscos desse tipo de mergulho a essa profundidade são referentes à preparação física, e manutenção de equipamentos. Para que nada saía errado, a equipe se preparou no Rio de Janeiro. “Fizemos mergulhos aqui no Rio de Janeiro; na Ilha Rasa, no naufrágio do Buenos Aires e também no ct28, naufrágio recente de um contra-torpedeiro desativado da Marinha do Brasil, próximo as Ilhas Maricas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre a Corveta Ipiranga - V17.O navio está pousado corretamente no fundo do mar, mantendo toda sua estrutura original. Na proa, onde geralmente está fixado o cabo de descida, existe uma escotilha aberta. No primeiro pavimento da embarcação existem duas torres laterais de metralhadoras, sem as armas que foram retiradas antes do afundamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte mais alta há a cabine de comando, por onde se pode entrar na estrutura da Corveta. Dentro dela, ainda há vários instrumentos de navegação, como telegrafo de máquina, timão, cúpula de radar e rádio. Uma das vigias está aberta com vista para a proa da Corveta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As condições de profundidade do naufrágio mantiveram a estrutura bem conservada e por isso a exploração do interior do navio é perfeita. O mergulhador pode visitar as cabines de rádio, a cabine dos oficiais, a enfermaria, banheiros, e também cozinha, alojamento. Um verdadeiro passeio por parte da história do Brasil. O barco se encontra a 63 metros de profundidade e por isso precisa de técnica para fazer esse tipo de mergulho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-123916467422843521?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/123916467422843521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/navios-naufragados-um-dos-mergulhos-por.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/123916467422843521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/123916467422843521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/navios-naufragados-um-dos-mergulhos-por.html' title='Navios naufragados: um dos mergulhos por cultura e história.'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdO8nb6NALI/AAAAAAAABUk/gcAmOc_Cty0/s72-c/noronha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-7481016972850328910</id><published>2009-04-01T11:50:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T12:00:10.060-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Mar e Mar'/><title type='text'>Mineiro é doido com o Mar</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Assim começou a conversa com o mairo cartunista que o Brasil já conheceu: Ziraldo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319797900574218242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdO4AUyYWAI/AAAAAAAABT8/JfxTTrvpwnE/s320/ziraldo.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;Em 24 de outubro de 1932, em Caratinga, interior de Minas Gerais, nascia Ziraldo Alves Pinto, cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista, pintor e escritor. Mais velho de sete irmãos, seu nome é uma combinação de Zizinha e Geraldo, seus pais. Ziraldo desenha desde que se entende por gente. “Quando criança desenhava em todos os lugares: na calçada, nas paredes, na sala de aula”. Outra de suas paixões, que vem da infância, é a leitura. Lia tudo que lhe caía nas mãos: Monteiro Lobato, Viriato Correa, Clemente Luz (O Mágico), e todas as revistas em quadrinhos da época. No momento em que entrou em contato com as páginas do primeiro “gibi”, sentiu que ali estava o seu futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1949, foi com o avô para o Rio de Janeiro, onde cursou dois anos no MABE (Moderna Associação de Ensino) e, no ano seguinte, voltou a sua cidade para fazer o Tiro de Guerra, mas o amor pelo mar e pelo Rio de Janeiro já o havia marcado para sempre. Passados oito anos, dos quais sete foram de namoro, casou-se com Vilma Gontijo, com quem teve três filhos, Daniela, Fabrízia e Antônio, que lhe deram seis netos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mineiro é doido com o mar, e por isso sempre alugávamos uma casa para passar as férias com as crianças. Quando fui com Vilma à Ilha Grande, pela primeira vez, nos apaixonamos pelo lugar” lembra Ziraldo, que lá comprou um terreno, em 1977, construindo uma casa enorme. “Coisa de maluco, a casa tem seis quartos, piscina, um riacho e deu um trabalhão concluir a obra, mas era a realização de um sonho”, esclarece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele conta que, na época, a Ilha Grande era calma, quase ninguém conhecia e não tinha tantos turistas como hoje. A paixão pelo lugar é tamanha que Vilma, sua falecida esposa, nele está enterrada. “Ela gostava muito de lá e como era a alma da casa, meus filhos e eu resolvemos&lt;br /&gt;deixá-la descansar num paraíso de verdade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, é na casa que a família se reúne para as festas de fim de ano. “Em outras épocas&lt;br /&gt;aproveitamos pouco e estou até pensando em transformá-la em uma pousada mas, no Ano Novo, recebo os amigos de graça”, brinca Ziraldo. O cartunista tem duas lanchas que utiliza para desfrutar das belezas da Ilha. “É muito bom passear pelas praias. Meus filhos e netos também adoram. Adoram tanto que, quando moravam no exterior e vinham ao Brasil, seguiam direto para lá, antes mesmo de passar em casa, no Rio de Janeiro”, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carreira de Ziraldo começou na revista “Era Uma Vez”, com colaborações mensais. Ele fez cartazes para inúmeros filmes brasileiros, como Os Fuzis, Os Cafajestes, Selva Trágica, entre outros. Foi no Rio de Janeiro que se consagrou um dos artistas gráficos mais conhecidos e respeitados em seu país e fora dele, realizando o sonho de publicar histórias em quadrinhos, como a Turma do Pererê, primeira revista brasileira, do gênero, feita por um só autor. Mas, foi a partir de 1979, que passou a dedicar mais tempo à antiga paixão de escrever para crianças, começando com O Planeta Lilás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, sua grande consagração veio com o Menino Maluquinho, nascido em 1980, que se transformou no maior sucesso editorial da Bienal do Livro de São Paulo. Adaptado para o teatro, cinema e web, ganhou versão para ópera infantil, feita pelo maestro Ernani Aguiar. O Menino Maluquinho virou símbolo brasileiro e pode ser encontrado em revistas, tirinhas e em site próprio site: www.meninomaluquinho.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-7481016972850328910?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/7481016972850328910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/mineiro-e-doido-com-o-mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/7481016972850328910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/7481016972850328910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/mineiro-e-doido-com-o-mar.html' title='Mineiro é doido com o Mar'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdO4AUyYWAI/AAAAAAAABT8/JfxTTrvpwnE/s72-c/ziraldo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-7692188580366007589</id><published>2009-04-01T11:28:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T12:43:24.031-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Mar e Mar'/><title type='text'>Amazônia Azul</title><content type='html'>Aumento da jurisdição no mar pode garantir, ao Brasil, exploração de recursos naturais, econômicos e científicos.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O território marítimo brasileiro tem cerca de 3,6 milhões de km², mas o Brasil está pleiteando, junto à Comissão de Limites da Plataforma Continental das Nações Unidas (CLPC – ONU), um acréscimo de 960 mil km², em pontos aonde a Plataforma Continental vai além das 200 milhas náuticas (370 km). Se aceita a proposta brasileira, as águas jurisdicionais somarão quase 4,5 milhões de km², acrescentando ao País mais de 50% de sua extensão territorial. A área, denominada Amazônia Azul, pelo governo, é maior do que a Amazônia verde, com cerca de 4 milhões de km².&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta foi apresentada, depois de anos de pesquisas, à Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), em vigor desde 1994. É importante para o país, pois lhe garante uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE), o que pode contribuir para o aumento da sua riqueza e permitir o estudo da Amazônia Azul sob o enfoque de quatro vertentes: econômica, ambiental, soberana e científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 95% do comércio exterior são realizados por via marítima. Em 2006, essas transações totalizaram um montante de US$ 229 bilhões. Além disso, é do subsolo marinho, no limite da ZEE, que o Brasil retira 85% do seu petróleo, cerca de 1,6 milhão de barris/dia que, ao ano, somam cerca de US$ 35 bilhões. Quanto ao gás natural, os grandes depósitos descobertos na bacia de Santos e no litoral do Espírito Santo viabilizam a consolidação do produto no mercado brasileiro. A pesca, que representa fonte de alimentos e geração de empregos, é outra potencialidade da Amazônia Azul. Estima-se que, até 2020, a produção pesqueira mundial cresça 40%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante saber a medida certa de exploração da área concedida ao Brasil e em todo o mundo. As características do nosso litoral permitem a adoção de procedimentos que poderão&lt;br /&gt;alavancar programas de preservação e exploração racionais da Amazônia Azul. Os desenvolvimentos da ciência e da tecnologia vêm possibilitando desvendar mistérios dos oceanos, incluídos a diversidade biológica, os potenciais biotecnológico e energético, além dos recursos minerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazônia Azul, os limites das águas jurisdicionais são linhas sobre o mar. Elas não existem fisicamente. O que as define é a existência de navios em patrulhamento ou realizando ações de presença, tarefa considerada complexa devido à grande extensão a ser vigiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários projetos e pesquisas ganham força com um território marítimo tão vasto. Entre outros, os principais programas e ações desenvolvidos no mar são: Programa de Mentalidade Marítima; de Avaliação da Potencialidade Mineral da Plataforma Continental Brasileira; de Avaliação do Potencial Sustentável e Monitoramento dos Recursos Vivos Marinhos; Sistema Global de Observação dos Oceanos e Programa Arquipélago de São Pedro e São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARQUIPÉLAGO DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) está localizado no meio do Oceano Atlântico, cerca de 330 milhas de Fernando de Noronha. É o ponto mais extremo do Brasil e abriga uma unidade de pesquisa permanente, exigência da Comissão Internacional dos Direitos do Mar para considerá-lo uma ZEE brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão-tenente da Marinha do Brasil, encarregado da divisão de apoio ao Projeto Arquipélago, Marco Antônio Carvalho de Souza, afirma que “a ocupação permanente do arquipélago garante ao país a ZEE de 200 milhas ao seu redor, o que significa cerca de 450 mil km²”. Carvalho explica que o ASPSP desperta um especial interesse científico, pois “abriga espécies endêmicas e está na rota de peixes migratórios de alto valor comercial, além de favorecer coleta de dados nas áreas de meteorologia e oceanografia”. Um dos projetos que acontecem no ASPSP é o “Arqueologia Subaquática do Arquipélago de São Pedro e São Paulo”, desenvolvido pelo Centro de Estudos de Arqueologia Náutica e Subaquática da Universidade Estadual de Campinas (CEANS/UNICAMP), com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPQ, e parceria com o Laboratório de Arqueologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e com o Oceanário de Pernambuco (ONG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira expedição do Projeto Arqueologia Subaquática aconteceu em 2006 e encontrou vestígios que podem pertencer a mais de um naufrágio, próximo a uma das duas ilhas. De acordo com o arqueólogo do CEANS, Flávio Calippo, os destroços achados pertencem a um contexto cronológico bem definido. “Localizamos vários artefatos como âncoras, balas de canhão e garrafas do século XVIII”. Calippo, que participou das pesquisas mergulhando no local junto com a oceanógrafa Juliana Galamba, conta que os objetos “estão, em média, a 15 metros de profundidade e podem ser de um sistema de ancoragem ou destroços lançados ao mar por diferentes barcos. Talvez até mais de um naufrágio.” Porém, os estudos têm que ser feitos de forma cautelosa para manter a segurança dos pesquisadores, já que o local apresenta dificuldades de mergulho e grande turbulência atmosférica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima expedição será em 2008. “Estudamos a sociedade de pescadores, além de discutir os recursos vivos e a questão do patrimônio cultural subaquático”, diz Flávio. O objetivo do Projeto é produzir conhecimento arqueológico e histórico, através de uma abordagem que sugere a reconstrução de fatos contados pelos vestígios que, certamente, envolvem outras nacionalidades que passaram pelo local, em diferentes momentos e por vários motivos. Seu coordenador, Gilson Rambelli, afirma que “é impressionante como um local de pouca visibilidade pode contar tanta história arqueológica. E a maior parte dessas informações não está nos livros”. Ele explica que, por isso mesmo, devemos preservar os achados no próprio local, onde foram medidos, mapeados e fotografados, sem que nada fosse mexido. Rambelli lembra que esse é “um exemplo, um modelo de gestão do patrimônio arqueológico desenvolvido pelo CEANS, tendo como referência a Convenção da UNESCO sobre Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319795810599792194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 433px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdO2GrBpbkI/AAAAAAAABT0/l9wUPGHWK8E/s320/azul.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-7692188580366007589?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/7692188580366007589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/amazonia-azul.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/7692188580366007589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/7692188580366007589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/amazonia-azul.html' title='Amazônia Azul'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdO2GrBpbkI/AAAAAAAABT0/l9wUPGHWK8E/s72-c/azul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-8441536242652175436</id><published>2009-04-01T11:18:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:28:24.066-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Mar e Mar'/><title type='text'>O Medico Navegador</title><content type='html'>&lt;p&gt;Travessia Solitária no Atlântico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas atividades completamente diferentes marcam a vida desse apaixonado pelo mar. Médico navegador, Arthur Mac Laren uniu o amor pelas águas à viabilização de seu projeto de outorado intitulado “Estudos morfológicos do cérebro de primatas tratados com o agente antipsicótico atípico Clozapina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Mac Laren é um médico paulista, nascido em 30 de setembro de 1958. Apaixonado pelo mar, começou a velejar aos oito anos acompanhando seu pai, Willian Mac Laren, com quem trabalhou por três anos, depois de concluir o curso de medicina pela Faculdade de Medicina de Petrópolis, em 1985. Geria o Grupo Mac Laren, cuja principal atividade era a construção naval. “Estudei na Escola Sagres de Navegação e tenho a licença de Capitão Amador”, orgulha-se. “Retornei à Medicina em 1989 e, ao longo do ano seguinte, fiz pós-graduação em Endocrinologia, no Hospital da Lagoa, RJ”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mac Laren começou a velejar emum sloop de 30 pés em aço, passando por um Velamar 33 e um Skye 51. “Velejei pela costa brasileira, pelo Caribe e também na Polinésia, com a família Schurman (com quem desenvolvi estreita relação no início de sua aventura náutica, quando morava em Fort Lauderdale, FL, EUA)” conta.&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319791372723733730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdOyEWpixOI/AAAAAAAABTs/NWAFne69IHA/s320/nick.jpg" border="0" /&gt;Hoje, Arthur dedica parte do seu tempo ao projeto Nicky Boy, que foi desenvolvido em conjunto com engenheiros navais da UFRJ e é baseado na recém criada Classe Open 30, exceto pelo fato de ter 33 pés (10m), “fator que julguei crucial para conseguir um pouco mais de conforto para as longas travessias”, diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia era fazer a volta ao mundo, mas o médico conta que teve problemas na primeira tentativa. “Quando estava em João Pessoa, houve uma pequena explosão a bordo que fez com que eu perdesse a capacidade de cozinhar”. O fato obrigou-o a mudar de rota. Ele navegou até Cabo Verde, na África, de onde voltou para o Rio de Janeiro. “Foram 56 dias de viagem, sozinho”, afirma. Ele conta, também, como foi passar tantos dias em alto mar sem a companhia de ninguém. “Muito sofrimento. O barco não estava completamente preparado. A solidão associada à falta de comida e do leme, que também quebrou durante a travessia, deixou a viagem ainda mais severa”, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Projeto Nicky Boy é uma iniciativa pessoal que tem por objetivo atrair financiamento privado para o trabalho que desejo desenvolver em meu Doutorado, estudando a esquizofrenia, severo transtorno mental que acomete 1% da população mundial”, esclarece Arthur Mac Laren Nicky Boy é uma construção em strip-planking (madeira com fibra de vidro) sem compartimentos estanques e, sim, blocos de garrafas PET, para o aumento da reserva de flutuabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu interior possui um toalete químico e uma pequena cozinha. A central de navegação tem ampla mesa, painel de instrumentos e permite observação do exterior, em 270º. Outro detalhe interessante é uma estação de tormenta, onde uma poltrona anatômica, com amortecimento,&lt;br /&gt;permite o repouso sob condições de mar extremas. “A motorização ainda não está definida, sendo considerado um simples motor de popa de 15hp ou motor híbrido elétrico / gasolina”, detalha o navegador, que completa dizendo que “a obtenção de energia será por turbina rebocável e por gerador a gasolina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, Arthur mora com o filho Nicholas (daí o nome do projeto) em Angra dos Reis, onde atua como endocrinologista. “Em meu tempo vago velejo por esta região paradisíaca, com suas 365 ilhas, a bordo do Marokau, meu Velamar 22”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu próximo projeto é correr a regata Santos – Rio, no final de outubro, pela primeira vez em versão solitária.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-8441536242652175436?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/8441536242652175436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/o-medico-navegador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/8441536242652175436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/8441536242652175436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/o-medico-navegador.html' title='O Medico Navegador'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdOyEWpixOI/AAAAAAAABTs/NWAFne69IHA/s72-c/nick.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-350815147335868533</id><published>2009-04-01T11:06:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:14:07.617-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Argentina e China, em linha com a Motorola do Brasil</title><content type='html'>Exportações da empresa, forte em telefonia móvel, cresceram 42,9% no trimestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIVIAN SCHETINI ESPECIAL PARA O JORNAL DO COMMERCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Motorola registrou um crescimento de 42,91% nas exportações do primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano passado. Em valores, passou de US$ 228 milhões para US$ 325,9 milhões. Parte desse sucesso se deu por causa de relações comerciais com países que estão economicamente em desenvolvimento como a Argentina e a China. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a empresa é uma das maiores exportadoras de produtos do Brasil para a Argentina, e uma das maiores importadoras da China. Segundo o Presidente da Motorola Brasil e vice-presidente do setor de Produtos Móveis para o Brasil, Enrique Ussher, a intenção é manter o mesmo padrão de negócios "Atualmente, a empresa é o maior exportador de tecnologia da informação, tendo exportado mais de US$ 5 bilhões entre 1997 e 2006. Para 2007, planejamos manter as exportações no mesmo patamar do ano passado" afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicos da área de TI apontam que uma das dificuldades da indústria brasileira na exportação é justamente a falta de novas tecnologias para vendas externas. "É importante que o governo determine uma agenda regulatória clara, para que as empresas tenham um plano de negócios definido para seus investimentos. Isso, com certeza, ajudaria," esclarece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntado sobre a importância de emergentes, como China, Índia e Rússia, Ussher diz que "hoje, o Brasil está entre os quatro países-foco para a companhia no mundo, juntamente com os países citados. Continuamos prontos para investir no país, como sempre investimos, se o mercado pedir. Até hoje foram US$ 500 milhões, grande parte deste montante para a construção de nosso Campus Industrial e US$ 250 milhões em projetos de pesquisa e desenvolvimento desde 1997".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Motorola Brasil conclui que um dos fatores que torna a empresa competitiva nesse mercado em amplo desenvolvimento econômico é possuir tecnologias diferenciadas. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Motorola é uma das principais incentivadoras da adoção da tecnologia WiMAX no mundo. A empresa também investe no conceito de seamless mobility ou mobilidade total. É sobre estar conectado em qualquer lugar, e não importando o tipo de rede, infra-estrutura ou dispositivo. Ussher explica que isso vai ser percebido nos próximos anos por "usuários que terão à disposição terminais que permitirão vivenciar novas experiências de música, Internet e até TV. Além disso, a empresa investe no quadriplay e em novas tecnologias como banda larga via rede elétrica (BPL), WiMax e MEA (Mesh Enabled Architecture), CTP - telefone híbrido - celular e telefone fixo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Motorola está presente na América latina desde 1996, escolheu o Brasil para sediar sua base industrial. Para isso investiu em novas unidades e em especialização de mão de obra. E hoje tem como foco também outros países potencialmente em desenvolvimento. "Rússia, Índia e China possuem capacidade de alcançar mercados fortes em competitividade daqui a alguns anos, e por isso temos interesse em investimentos que os envolvam" afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atulmente, o Campus da Motorola abriga as operações industriais (terminais celulares e iDEN, e rádios bidirecionais) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Terminais Celulares e Infra-estrutura Celular, que possui três centros de excelência mundiais em Verificação de Integração de Software para Celulares, Messaging, e Aplicações e Serviços de Infra-estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa de Desenvolvimento Tecnológico da Motorola já recebeu investimentos de mais de US$ 250 milhões. O que possibilita parcerias com Universidades brasileiras. No Brasil, a empresa está presente na comercialização de soluções de rede, acesso à Internet e TV por banda larga, cable modems, sistemas automotivos, soluções de telemática, sistema de banda larga sem fio Canopy, e desenvolve outras soluções para mercados corporativos e de comunicação pessoal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-350815147335868533?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/350815147335868533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/argentina-e-china-em-linha-com-motorola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/350815147335868533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/350815147335868533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/04/argentina-e-china-em-linha-com-motorola.html' title='Argentina e China, em linha com a Motorola do Brasil'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-6155766258050000305</id><published>2009-03-30T16:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:13:01.181-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Projetos em prol da sobrevida das micro</title><content type='html'>Materia publicada em 21 de Dez 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caderno Especial Sobre longevidade Empresarial&lt;br /&gt;VIVIAN SCHETINI ESPECIAL PARA O JORNAL DO COMMERCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) busca facilitar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas através de iniciativas que visam reduzir impostos, diminuir a burocracia, a fim de garantir a continuidade de negócios formais. Segundo o presidente da Alerj, Jorge Picciani, o papel do Parlamento no incentivo ao desenvolvimento econômico e social do Estado não seria valido se o crescimento econômico gerado pelos pólos de desenvolvimento criados nos últimos anos no Estado não fosse acompanhado de investimentos em infra-estrutura e qualificação profissional. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFUfPBxliI/AAAAAAAABTk/HclK_ahMg_s/s1600-h/jcom.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319125530487920162" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 242px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFUfPBxliI/AAAAAAAABTk/HclK_ahMg_s/s320/jcom.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Graças a indicações legislativas apresentadas na Alerj, rodovias&lt;br /&gt;estaduais foram pavimentadas, facilitando o escoamento da produção. Na RJ-152, 22 quilômetros foram pavimentados numa obra de R$ 3,9 milhões. Outros R$ 5,4 milhões foram&lt;br /&gt;destinados à recuperação da RJ-156, entre Volta do Peão e Sumidouro. Apostamos também na capacitação dos trabalhadores, ao indicar a construção de uma Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) em Bom Jardim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Alerj lembra que as questões estaduais passam por pontos específicos de cada região, “depois de 20 anos de estagnação, o Rio de Janeiro está voltando para os trilhos do desenvolvimento. Deixamos São Paulo para trás e já temos a segunda maior renda per capita do País, atrás apenas do Distrito Federal. Até 2010, o Rio receberá mais de R$ 60 bilhões em investimentos industriais. Nesse cenário positivo, a Assembléia Legislativa cumpre o papel e undamental de ouvir as demandas de toda a população e garantir o desenvolvimento econômico e social de todos os 92 municípios do Estado”, declara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário, uma das questões foi a aprovação, mês passado, do projeto de lei 1044/07, que deu origem à Lei 5.147/07. A lei concede redução no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) às empresas que optarem pelo regime unificado de tributação Simples Nacional no Estado do Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o líder do Governo na casa, Paulo Melo (PMDB), "este é um projeto importantíssimo, porque era urgente de que o Estado adequasse seu sistema de cobrança de ICMS às modificações impostas pelo Estatuto das Micro e Pequenas Empresas. Sem a adequação, correríamos o risco de transformar o benefício do Simples Nacional em penalidade. O que o projeto fez foi garantir que o conjunto de tributos possa efetivamente representar um desconto, como sempre foi a intenção", explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MODIFICAÇÃO&lt;br /&gt;A principal mudança foi condicionar o cálculo do valor devido mensalmente pelas micro e pequenas empresas à receita bruta acumulada por elas nos 12 meses anteriores. Na prática, o projeto fará com que empresas que acumulem receita bruta de até R$ 120 mil paguem alíquota de 0,7%. A maior alíquota prevista é de 3,95%, para as empresas que obtiverem renda superior a R$ 2,3 milhões anualmente. O texto explica ainda que os contribuintes do ICMS que comprovem a condição de estarem incluídos no Simples Nacional terão desconto de 70% no pagamento da taxa de serviços estaduais referentes à administração tributária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a justificativa apresentada pelo governador Sérgio Cabral, os dados estatísticos da arrecadação do ICMS oriundos dos recolhimentos das micro e pequenas empresas representam aproximadamente 2% do total da arrecadação, referentes às cerca de 150 mil empresas cadastradas no estado. "O custo administrativo e o esforço necessário ao controle e fiscalização destas 150 mil empresas é inversamente proporcional ao produto da arrecadação delas decorrente, tornandose assim apenas um custo adicional a sua fiscalização", defendeu o governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente está em tramitação na Assembléia projetos como a de autoria do deputado Gilberto Palmares (PT), que institui no calendário oficial da Alerj, “O dia de defesa e fortalecimento da micro e pequena empresa”. O deputado propõe cinco medidas principais que assegurariam tratamento diferenciado aos pequenos negócios nas aquisições públicas: preferência nas contratações com valor até 80 mil; subcontratação das micro e pequenas empresas, desde que não exceda a 30% do total licitado; cota de até 25% do objeto em certames para a aquisição de bens e serviços de natureza divisível; critério de empate se as propostas forem até 10 % ou 5 % superiores a proposta vencedora, nos casos, respectivamente, de licitações e regões letrônicos; e emissão de cédula de crédito comercial para os créditos não pagos em até 30 dias, contados da data da liquidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas outras leis já forma pensadas na intenção de facilitar e regularizar micro e pequenas empresas. Em 2005, a Alerj aprovou duas leis que concedem incentivos fiscais e financiamentos para empreendimentos em 34 municípios do Estado do Rio de Janeiro. No mesmo ano, foi criado o Fundo de Recuperação Econômica dos Municípios Fluminenses. O objetivo era fomentar a recuperação econômica de municípios, através do financiamento de empreendimentos geradores de emprego e renda, nos setores da indústria, agroindústria, agricultura familiar, micro e pequenas empresas, serviços e comércio atacadista, considerados relevantes para o desenvolvimento econômico do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUNDO.&lt;br /&gt;Voltando um pouco mais no tempo, em 2003, A Alerj aprovou a instituição do Funrio, fundo destinado à concessão de crédito a pequenos empreendedores, cooperativas, e micro e pequenas empresas, objetivando a geração de emprego e renda. Os recursos destinados ao Funrio podem ser utilizados no atendimento ao Programa de Microcrédito do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as iniciativas tomaram força com a criação. Tudo isso porque foi criado, em 1999, o Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte no Estado do Rio de Janeiro, do ex-deputado Edmilson Valentim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-6155766258050000305?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/6155766258050000305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/projetos-em-prol-da-sobrevida-das-micro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/6155766258050000305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/6155766258050000305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/projetos-em-prol-da-sobrevida-das-micro.html' title='Projetos em prol da sobrevida das micro'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFUfPBxliI/AAAAAAAABTk/HclK_ahMg_s/s72-c/jcom.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-6817023149602810701</id><published>2009-03-30T15:48:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:17:15.230-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Burocracia atrasa em cinco meses a vida das empresas</title><content type='html'>Materia publicada em 21 de Dez 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caderno Especial Sobre longevidade Empresarial&lt;br /&gt;VIVIAN SCHETINI ESPECIAL PARA O JORNAL DO COMMERCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A burocracia é responsável pela demora na abertura de novos negócios no Brasil. De acordo com dados do relatório "Fazendo Negócios 2007: Como Reformar", do Banco Mundial e da International Finance Corporation, os brasileiros passam por 17 etapas que levam 152 dias para concluir a abertura de uma empresa. Isso significa mais que o dobro do tempo médio de países latino americanos. Esses gastam aproximadamente 73 dias em 10 etapas. E mais de nove vezes o tempo médio nos países desenvolvidos, que utilizam seis processos finalizados em 16 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os encargos burocráticos no Brasil comprometem a competitividade, já que impõem elevados prazos para a abertura e fechamento de empresas e excesso de formalidades, que elevam os custos. De acordo com diretor-superintendente do Sebrae / RJ, Sérgio Malta, o gasto para oficialização de uma nova empresa gira em torno de R$ 800,00. "Considerando custos com licenças, alvarás e documentação. Já o custo para se fechar uma empresa pode superar os gastos com a abertura". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ultrapassados todos os desafios com a burocracia inicial, outro entrave é a manutenção do negócio nos primeiros anos de vida, já que as altas taxas tributárias consomem boa parte do orçamento da empresa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Gilberto Luiz do Amaral, explica que "a carga tributária empresarial é uma das principais causas da mortalidade das empresas. São cerca de 62 impostos, e o excesso de burocracia compromete o capital de giro, podendo levar a empresa ao fechamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas, apesar de todas essas dificuldades, uma pesquisa sobre a taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas, divulgada este ano pelo SEBRAE, identificou que 78% das empresas do Estado do Rio de Janeiro sobreviveram aos primeiros dois anos de atividade. Segundo Sérgio Malta esse é um resultado bastante positivo. "O Estado do Rio de Janeiro pode comemorar esse dado, já que está acima da média nacional, que registrou um percentual de 78%". Além disso, isso "indica uma elevação representativa quando comparada com a pesquisa feita em 2004, que apresentou uma taxa de sobrevivência bem mais baixa. Cerca de 49% no Estado e 51% no Brasil".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFQN6r_rNI/AAAAAAAABTc/Q8tFaa8S7-k/s1600-h/balcaosebrae.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319120834923572434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFQN6r_rNI/AAAAAAAABTc/Q8tFaa8S7-k/s320/balcaosebrae.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O ideal, de acordo Sérgio Malta, é que o novo empreendedor "se informe corretamente e planeje suas ações, antes de abrir uma empresa. É necessário conhecer todo o processo burocrático, além das exigências que precisam ser cumpridas no cotidiano de suas atividades. É importante que o empresário procure informações no município em que pretende estabelecer o seu negócio, checando os documentos e procedimentos exigidos, assim como o tempo que leva para conseguir as licenças e autorizações necessárias. Além disso, para que o empresário não seja pego de surpresa, ele deve saber qual o custo (taxas e impostos) a serem pagos pelo seu estabelecimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento o acompanhamento de um profissional qualificado é fundamental para manter a contabilidade da empresa em dia, cumprindo todas as obrigações, evitando assim, multas e ranstornos futuros" detalha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em Juiz de Fora, a Campe (consultoria e assessoria a médias e pequenas empresas) presta esse tipo de orientação para quem vai abrir um novo negócio. O diretor-presidente da Campe Consultoria Jr., Miguel Neves De Vito, afirma que "a atuação se dá na realização de projetos de consultoria que visam orientar o empreendedor das dificuldades encontradas em se abrir um negócio, sejam elas mercadológicas, financeiras ou ainda jurídicas". Por ser uma instituição com finalidade não-econômica, a Campe possibilita ao empresariado da região projetos de alta qualidade e com baixo custo em relação a maior parte da empresas de consultoria de mercado. Com esse tipo de orientação, o risco de um mau investimento diminui drasticamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Campe é uma instituição civil sem fins econômicos, cujo objetivo é a prestação de serviços de qualidade e o fornecimento de capacitação para os alunos da Faculdade de Economia e dministração da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É uma empresa que, em seus 15 anos de existência conquistou certificações como NBR ISO 9001:2000, balizados pela satisfação do cliente final, bem como pela prestação de serviços de qualidade. "Hoje, a Campe se coloca entre as melhores empresas juniores do Brasil, sendo exemplo na qualidade de sua gestão e de seus projetos, bem como pelas suas ações socialmente responsáveis" disse De Vito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319120147878371026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 318px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFPl7Pp3tI/AAAAAAAABTU/5SEpbzAVUvs/s320/grafico.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-6817023149602810701?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/6817023149602810701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/burocracia-atrasa-em-cinco-meses-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/6817023149602810701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/6817023149602810701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/burocracia-atrasa-em-cinco-meses-vida.html' title='Burocracia atrasa em cinco meses a vida das empresas'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SdFQN6r_rNI/AAAAAAAABTc/Q8tFaa8S7-k/s72-c/balcaosebrae.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-8492237007547456108</id><published>2009-03-30T15:35:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T16:20:22.953-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>CANDIDO MENDES - Mais de um século de ensino superior</title><content type='html'>Materia publicada em 21 de Dez 2007&lt;br /&gt;Caderno Especial Sobre longevidade Empresarial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIVIAN SCHETINI ESPECIAL PARA O JORNAL DO COMMERCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais de um século de história, a Universidade Candido Mendes (UCAM) tem, hoje, mais de 20 mil alunos orientados por mais de mil professores e pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos seus 105 anos, já formou mais 100 mil alunos que se graduaram em aproximadamente 700 turmas de seus 16 cursos nas 14 unidades espalhadas no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Segundo a assessoria de imprensa da UCAM, a universidade prospera por ser uma empresa familiar que mantém os costumes e tradições na qualidade de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A UCAM tem como mantenedora a Sociedade Brasileira de Instrução, a mais antiga instituição particular de ensino superior do país, fundada em 1902 pelo Conde Cândido Mendes de Almeida, juntamente com a Academia de Comércio do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1919, foi criada a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, a primeira escola superior de Economia do Brasil. A Academia se transformou, nos anos 50, na Escola Técnica de Comércio Candido Mendes, que se dedicou exclusivamente ao ensino médio. Na mesma década, Candido Mendes de Almeida Junior criou a Faculdade de Direito, no Convento do Carmo, na Praça XV de Novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 60, o atual reitor, Candido Mendes, inaugurou o Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro - IUPERJ, dedicado à pós-graduação strícto sensu, com mestrado e, posteriormente, doutorado em Ciência Política e Sociologia. A qualidade do ensino e do programa de pesquisas desenvolvidos no IUPERJ tem reconhecimento nacional e internacional. Na década de 70, veio a expansão para Ipanema e programas de formação técnicocientífica e cursos de Administração de Empresas foram criados e deram origem aos campi de Campos dos Goytacazes e de Nova Friburgo. Ali foi criado o Centro Cultural Candido Mendes, "ponto de referência da cultura carioca e pioneiro em uma série de iniciativas nas áreas de cinema, teatro, artes plásticas, poesia, vídeo e ensino de extensão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1997, a Candido Mendes foi credenciada como universidade especializada em Ciências humanas e Sociais aplicadas. A partir disso novos cursos e campi foram criados, entre os quais as unidades da Tijuca, do Centro (Pio X), de Padre Miguel, de Jacarepaguá e do Méier, além das de Niterói, Petrópolis e Araruama, no estado do Rio de Janeiro, e de Vitória, no Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Universidade Cândido Mendes destacou-se por ser uma instituição historicamente comprometida com a excelência nas atividades de pesquisa e pós-graduação. Atualmente, publica sete revistas acadêmicas, entre as quais Oados - Revista de Ciências Sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realização de importantes seminários também faz parte da história da UCAM. Eles permitiram trazer ao Brasil expressivas personalidades de diversos países, inclusive Prêmios Nobel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-8492237007547456108?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/8492237007547456108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/candido-mendes-mais-de-um-seculo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/8492237007547456108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/8492237007547456108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/candido-mendes-mais-de-um-seculo-de.html' title='CANDIDO MENDES - Mais de um século de ensino superior'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-461201271872736297</id><published>2009-03-30T15:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:16:16.656-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Milhões em investimentos para preservar a natureza</title><content type='html'>Matéria publicada em 05/06/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Petrobras Biodiesel e Hbio são as apostas para reduzir os impactos ambientais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIVIAN SCHETINI ESPECIAL PARA O JORNAL DO COMMERCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda este ano, Petrobras pretende ativar 3 unidades de produção de biodiesel, como uma das ações para preservar o meio ambiente. Foram investidos US$ 60 milhões na construção dos centros e até 2011 os investimentos podem ultrapassar US$ 700 milhões. A capacidade de produção das unidades será de 171 mil metros cúbicos po ano. Mas o gerente de desempenho em segurança, meio ambiente e saúde da Petrobras, Luis César Stano comenta que "a meta é chegarmos em 2011 com uma produtividade em torno de 850mil metros cúbicos por ano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo pode soar ambicioso á primeira vista, mas combina com a política de diversificação da estatal e com suas prioridades ambientais. Em palestra na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, o gerente de Desenvolvimento Energético da Petrobras, Mozart de Queirós, chegou a dizer que a empresa busca a liderança mundial em biocombustíveis, em prazo relativamente curto. Para isso, será preciso investir em biodiesel, Hbio, álcool e novas tecnologias, como a eletrólise do bagaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra opção com previsão de aplicação também em 2007 é, no processo de produção do diesel, adicionar 20% de óleo vegetal renovável, "desta forma iremos reduzir o consumo de petróleo. O Óleo vegetal também emite CO2, porém ele apenas vai devolver à natureza o gás que a planta retirou. Não aumentando a concentração do gás carbônico na atmosfera" explica Stano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo recebeu o nome de Hbio, e sua produção tem a meta de alcançar 425 mil metros cúbicos por ano até 2011. "Nesse processo será produzido um diesel com menor teor de enxofre. Essa redução também será benéfica para o meio ambiente", comenta. Estudos também giram em torno do hidrogênio, considerado combustível do futuro. "A Petrobras tem uma linha de pesquisa sobre hidrogênio para sua distribuição" afirma o gerente, e completa que a "comercialização do produto deve ser coisa para longo prazo, mas que já está sendo pensada como ação para redução de emissão de poluentes aqui no Brasil e em outros países do mundo. Acreditamos que o hidrogênio será uma das principais soluções para problemas de poluição atmosférica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compromisso de preservação ambiental é um dos pilares estratégicos da Petrobras. A empresa tem uma crescente conscientização de que para haver crescimento é preciso preservar o meio ambiente. E para isso investe anualmente cerca de US$ 570 milhões em meio ambiente. No caso da Petrobras essa necessidade é ainda mais visível já que seu produto é algo que pode degradar a natureza. Luis César Stano comenta que pensando nisso a empresa mantém centros de defesa ambiental preparados para agir rapidamente em casos de vazamento, "temos uma equipe pronta para reduzir impactos, recolher o óleo em caso de algum acidente, e principalmente recuperar danos causados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luis lembra que um dos programas de sucesso existentens até hoje que foi implantado pouco antes do famoso vazamento de óleo na Baía de Guanabara em 2001. O programa Pégasus, que gere projetos e obras destinadas a minimizar riscos de vazamento, administra uma rede de proteção para evitar conseqüências graves em caso de acidente e promove ações preventivas de segurança ambiental. O gerente explica o sucesso desse programa que reduziu drasticamente os índices de vazamento, principalmente em dutos da Petrobras. "Tínhamos vazamentos em torno de 6mil m3 por ano, hoje esse número reduziu para 293 m3, e se tornou referencia internacional como um dos menores índices. Houve investimentos maciços em sistemas automatizados que detectam e travam vazamentos rapidamente". Atuação na Amazônia exige delicado equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa tem a consciência sobre a preservação ambiental, até como forma de retribuir ao ecossistema aquilo que ele lhe oferta. Já que os principais produtos são extraídos da natureza através de atividades de risco inerentes à indústria de petróleo e gás na Amazônia. Segundo o gerente geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Gás, Energia e Desenvolvimento Sustentável do Cenpes, Ricardo Castello Branco,"Não existe nada igual desse porte na Amazônia a cargo de brasileiros. Por intermédio do programa multidisciplinar de pesquisa socioambiental (Piatam), são monitoradas as atividades de produção e transporte de petróleo e gás natural oriundos de Urucu, a maior província petrolífera terrestre brasileira, situada na Floresta Amazônica e pertencente à Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, são estruturados e disponibilizados dados ambientais sobre os ecossistemas amazônicos em que a Petrobras atua, em especial no eixo ao longo do Rio Solimões que fica entre Urucu-Coari e Manaus. A Companhia está presente ali por intermédio do Terminal do Solimões, da Refinaria Isaac Sabbá e de um poliduto de 280 km. Com base nesses dados, são avaliados os riscos das atividades desenvolvidas na região, de modo a reduzir impactos ao meio ambiente e às comunidades do entorno. E todos se beneficiam, já que o conhecimento gerado é retornado à sociedade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de Urucu gira em torno decerca de 53 mil barris de petróleo por dia (o segundo maior volume de óleo produzido no Brasil em um só poço terrestre), 9,9 milhões de metros cúbicos de gás natural e 1,2 tonelada de GLP, a qual abastece toda a região amazônica e parte do Nordeste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-461201271872736297?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/461201271872736297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/milhoes-em-investimentos-para-preservar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/461201271872736297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/461201271872736297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/milhoes-em-investimentos-para-preservar.html' title='Milhões em investimentos para preservar a natureza'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1211284134142141534.post-4480438545141414983</id><published>2009-03-30T08:02:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T11:18:08.143-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal do Commercio'/><title type='text'>Nanotecnologia projeta lucros maiúsculos</title><content type='html'>Governo prevê receita de US$ 10 bilhões no setor em 2022&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIVIAN SCHETINI ESPECIAL PARA O JORNAL DO COMMERCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materia publicada em 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo comprova que, se houver investimentos adequados, o Brasil pode ser responsável por US$10 bilhões do mercado nanotecnológico em um prazo de 15 anos. O que significaria cerca de 1,3% do PIB da nanotecnologia do mundo, que possui previsão de estar em torno de US$1 trilhão em 2012. A nanotecnologia nada mais é do que a aplicação de estruturas atômicas para produção de cosméticos, eletrônicos entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostra que o país já possui capacidade humana para tal desenvolvimento. Segundo um dos professores responsáveis pela publicação, o professor do Instituto de Química da Unicamp e Coordenador Cientifico do Laboratório de Química do Estado Sólido, Oswaldo Luiz Alves, esse foi um dos fatores que contribuiu para essa previsão. 'Temos muita gente capacitada no Brasil, estudando as nanoestruturas da natureza para aplicá-las no cotidiano,' se anima. Em grandes indústrias brasileiras de cosméticos, como a Natura, vários produtos já são desenvolvidos a partir da nanotecnologia, pois com a manipulação de nanoestruturas pode-se chegar a elementos com maior capacidade de reação, elementos mais leves. A nanotecnologia age dessa forma, também melhorando a qualidade e eficiência de produtos construídos pelo homem, como o I Pod, popular entre as pessoas, que muitas vezes nem sabem que uma tecnologia tão nova e avançada está presente naquele produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só isso não basta, contudo, é necessário investir para que tanto os profissionais como patentes não sejam transferidos para outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Para chegarmos a tal conhecimento temos que caminhar em duas frentes. A nanociência, que é a geração de conhecimento, e a nanotecnologia que é a aplicação desses conhecimentos. Assim vamos evoluir e poder competir com vários países, desenvolvidos ou em desenvolvimento', completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oswaldo conta que são aproximadamente 33 países desenvolvendo programas nacionais em nanotecnologia. 'Isso tem que se tornar estratégia de governo, como é feito em outras partes do mundo', conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimentos na área estão em curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 2001 e 2007 já foram empregados R$ 150 milhões em nanotecnologia através de ações do Programa Nacional de Nanotecnologia (PNN) fundos setoriais, subvenção econômica e editais. Desse total, R$ 70 milhões apenas nos últimos dois anos. O coordenador geral de Micro e Nanotecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia, Alfredo de Souza Mendes comenta que 'Países desenvolvidos que já investem no setor gastam cerca de US$ 1 bilhão. Investimentos que geram produtos inovadores e altamente competitivos. Por isso 'é tão importante o Brasil pensar estrategicamente a nanotecnologia'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o professor Oswaldo 'é preciso ter marcos regulatórios muito bem definidos para que o processo evolua' O que é de comum acordo de Alfredo de Souza Mendes: 'O desafio é tentar manter esse patamar de investimentos e buscar a integração dessas iniciativas, através de um sistema rigoroso de acompanhamento, para verificar quais os resultados da aplicação desses recursos. É preciso mensurar para se fazer a análise do custo - benefício desse investimento', diz o coordenador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados do Ministério da Ciência e Tecnologia revelam que, entre 2002 e 2005, as pesquisas envolveram 300 pesquisadores, 77 instituições de ensino e pesquisa e 13 empresas, mais de mil artigos científicos e mais de 90 patentes. Mendes diz que o Brasil tem cerca de 3 mil pesquisadores, envolvendo alunos e professores e '50 empresas envolvidas com projetos e desenvolvimento de produtos em nanotecnologia, interagindo com o setor acadêmico', disse. O emprego da nanotecnologia já movimenta bilhões de dólares a cada ano, se considerarmos os resultados obtidos a partir do registro mundial de patentes. Diante disso, muitos países, desenvolvidos ou não, tentam aprimorar seus conhecimentos. Cada país voltando as pesquisas e investimentos para o campo de melhor retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento atual sobre nanotecnologia possibilita a convergência de áreas do saber, como a biotecnologia, por exemplo. As regiões mais avançadas são a América do Norte, com destaque para os Estados Unidos; a União Européia, com destaque para Alemanha, Reino Unido e França, e Japão. Mercados em desenvolvimento como China, Índia, Coréia do Sul e o Brasil buscam aos poucos se adequarem às novas tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 2020, o mercado da nanotecnologia deve gerar receita de US$10 bilhões. Assim, o Brasil, poderá ser responsável por pelo menos 1% do total. No grupo em desenvolvimento, a China é a maior presença, já que possui uma produção que se aproxima da metade dos EUA, superando potências como Alemanha, França ou Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é mesmo nanotecnologia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Oswaldo Alves explica que 'A nanotecnologia é a fabricação ou manipulação de entidades que tenha pelo menos uma dimensão menor do que 100 nanômetros. Para efeito de patentes tem sido adotada, principalmente pelos EUA, uma definição que, além de levar em conta dimensões, considera também que as propriedades inovadoras destas entidades sejam decorrentes da nanoescala'. Para ficar mais claro, o professor afirma que isso eqüivale a dizer que nem tudo que é nanométrico é nanotecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na natureza o professor exemplifica onde são encontradas estruturas nanométricas. 'As asas das borboletas possuem um brilho furta cor devido a presença de nanoestruturas, ou a tenacidade dos dentes, que nada mais é do que a capacidade de mastigação, está ligada a presença de nanoestruturas'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons exemplos de como a nanotecnologia não é coisa do futuro e que já é parte do presente da ciência, é conhecer a aplicação desses estudos em linhas de cosméticos. 'Todos os protetores solares possuem nanoestruturas que ajudam na qualidade desses produtos, principalmente nos de fatores mais elevados', explica. Outro bom exemplo 'são os I-Pod's, tão comuns hoje em dia, e construídos graças a nanotecnologia. A memória flash desses aparelhos foi assimilada a partir dessa ciência'. Os principais competidores emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o que o estudo sobre nanotecnologia diz a respeito de países que estão emergindo economicamente e que podem se tornar grandes mercados competidores, principalmente com avanços nesse tipo de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coréia do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país é extremamente competitivo em setores como semicondutores, mas precisa investir mais em áreas de materiais e tecnologia básica. O governo aprovou US$ 1,3 para pesquisa e desenvolvimento em nanotecnologia entre 2001 e 2010. Desde 2003, o governo empreende esforços para implementar a Lei de Promoção ao Desenvolvimento Nanotecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Iniciativa de Tecnologia e Ciência Nacional da Índia foi estabelecida em 2001 e tem por metas, além da pesquisa e desenvolvimento, a disseminação do ensino e da promoção da interação entre indústrias de nano e áreas conexas. Colaborações internacionais acontecem nas áreas de nanocompósitos, nanopartículas e outros materiais nanoestruturados. Um exemplo é o Centro de Nanomateriais com parcerias com distintos países como Rússia, Ucrânia, Japão, Alemanha e Estados Unidos. Numa situação similar à de outros países, como o Brasil, a Índia reconhece a lacuna existente entre pesquisa e sua comercialização posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China investe em ciência e educação, já como pilares do seu desenvolvimento econômico. Há mais de 20 anos houve uma reformulação dessas áreas para a inclusão de ações que possibilitassem a subcontratação de projetos de pesquisa a organizações privadas de pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais agências de financiamento de pesquisa em nano no país são a Academia Chinesa de Ciências, a Fundação Nacional de Ciências Naturais da China, o Ministério da Educação, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Comitê Nacional de Desenvolvimento e Planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas são realizadas na sua maior parte em universidades. Há cerca de 50 universidades, 20 instituições e mais de 100 companhias realizando pesquisa e desenvolvimento, de acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia. A Academia Chinesa de Ciências é uma das instituições mais citadas na área de nanotecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no estudo aparece como a que 'obtém os resultados mais importantes napesquisa de nanotubos de carbono, nanopartículas e pós, bem como conduz pesquisas em nanomateriais fotocatalíticos com aplicações na descontaminação de água, superplasticidade e extensibilidade de nanomateriais de cobre e materiais super-anfifóbicos, mas ela necessita de maior investimento em pesquisa de nanodispositivos quânticos e moleculares'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China ocupou a terceira posição em número de patentes depositadas, sendo responsável por 12% do total mundial, atrás de Estados Unidos com 32% e Japão com 21% respectivamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1211284134142141534-4480438545141414983?l=vivianschetini.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivianschetini.blogspot.com/feeds/4480438545141414983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/nanotecnologia-projeta-lucros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/4480438545141414983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1211284134142141534/posts/default/4480438545141414983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivianschetini.blogspot.com/2009/03/nanotecnologia-projeta-lucros.html' title='Nanotecnologia projeta lucros maiúsculos'/><author><name>Vivian Schetini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13630624714368335450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p1HGPQLMUWk/SyoqQOG_39I/AAAAAAAABXs/pxLgtRbr1UA/S220/Natal+-+RN+-+Marina+Praia+Hotel+(1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
